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terça-feira, 26 de julho de 2011

um dia no parque beto carrero

Oi meu nome é Pedro e vou lhes contar o meu dia hoje. Acordei e fui ao Beto Carrero. Andei na montanha russa do Tigor e achei bem legal.  Fui depois para a roda gigante e também achei legal. Eu fui nas xícaras, só meu pai não foi porque tinha medo de ficar tonto. Fui no teleférico várias vezes e de tanto que a gente foi eu enjoei. No carro bate-bate foi meio chato, pois eu empaquei no canto e não conseguia ir para frente nem para trás.  No Elefantinho Baby, fiquei tranquilo, afinal é um brinquedo de bebezinhos - hehehe - voava bem baixinho. Já na montanha russa Star Montain eu estava morrendo de medo, não queria ir, mas meus pais me levaram mesmo assim. Eu saí da montanha morto de susto, até agora minhas pernas tremem - hehehe. 
Também andei no Ponei, eu não queria, mas minha mãe me fez ir, o monitor lá dos Pôneis me disse que o meu era meio nervoso e poderia chutar, fiquei apavorado, mas tudo correu perfeitamente. Passeei no trenzinho, achei meio chato, só gostei quando os bandidos assaltaram o trem, mas claro que era tudo brincadeirinha. No Reino da Águas eu adorei, meu pai não gostou muito pois saiu de lá todo molhado. Depois, a gente foi embora e viu um trem velho e saímos de lá. 

segunda-feira, 25 de julho de 2011

O passeio na chuva

Era uma vez um menino que tinha um cachorro. Eles queriam passear mas a mãe não deixou. Então o menino  fez de tudo até  limpou o vaso e  varreu a cozinha,  mas ela não deixou.  Ela falou que se ele botasse o lixo fora ela permitiria, ele fez, ela deixou mas começou a chover. Então ele procurou um guarda chuva mas não tinha mas o cachorro tinha uma casinha no pátio e eles resolveram entrar lá para brincar. Quando ele pensou em pegar a casinha colocar na cabeça e sair para passear na chuva. Então eles passearam e se divertiram o resto do dia.

sábado, 23 de julho de 2011

O menino e a matemática.

Era uma vez um menino que tinha uma máquina de matemática.Um dia a máquina quebrou ele não sabia o que fazer, ele tentou consertar mas não conseguiu. Ele precisava muito dela, pois tinha uma tarefa da escola para o dia seguinte, e como ele tinha a máquina, nunca se importou em aprender a fazer contas. Foi falar com seus pais, mas eles também não sabiam fazer contas. Foi então, contar suas moedas do porquinho, mas todo seu dinheiro não comprava nem um pacote de balas. Resolveu então, tentar arrumar dinheiro fazendo alguns trabalhos, saiu na vizinhança. Cortou grama para o seu João, ajudou dona Maria com as compras, até conseguiu juntar um dinheirinho, mas só trocados, não o suficiente para a máquina. E a noite chegou, o menino quase não conseguiu dormir de tanta preocupação, o que ele diria a professora? Não teve outra saída, no dia seguinte ele foi para a aula sem ter resolvido a tarefa. A professora lhe chamou, e disse que ele teria que ir nas aulas de reforço. Ele foi e aprendeu a fazer contas, chegou em casa e ensinou os pais. E todos viveram felizes e inteligentes para sempre.